Em Inhambane Indivíduos Não Cumprem Medidas Impostas Sobre Estado de Emergência

Nas ponte cais da Cidade de Inhambane, apesar das recomendações anunciadas, as pessoas ainda teimam em não seguir. As embarcações em funcionamento até respeitam a lotação de 30 passageiros, mas a higienização ainda é deficitária. Ao saírem da embarcação os passageiros passam aos mãos em superfícies, as mesma tocadas por outros passageiros ao entrar, aumentando o risco de infecção da doença.

Na bicha para a compra de bilhete não se respeita a distância recomendada. O senhor Armando Paulo disse ao “O Pais” que tem conhecimento das medidas impostas pelo estado de emergência, mas confessa que é difícil cumprir no dia a dia.

No chamado chapa 100, alguns medidas também não são respeitadas, tal como é o caso da lotação e da lavagem das mãos.

Nos mercados a vida parece correr normalmente. Aliás, o movimento tem melhorado no últimos dias, segundo contam as vendedeiras ouvidas pelo “O Pais” que justificam o movimento pelo facto das pessoas estarem preocupadas em aprovisionar alimentos para fazer face a crise provocada pela COVID-19.

Apesar do país estar a cumprir o segundo dia de Emergência, as pessoas ainda mantém conhecimento do significado da medida tomada pelo governo. Se há quem entende que com a declaração de emergência, a recomendação é ficar em casa, por outro lado, já quem não sabe sequer o que significa estado de emergência.

O “O Pais” encontrou nas ruas de Inhambane por um lado alguns estabelecimentos comerciais de venda de bebidas e de diversão de portas, mas por outro há quem manteve o exercício da actividade normalmente e justifica que não teve conhecimento.

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