Frelimo oferece 4milhões de mt às vítimas do terrorismo em Cabo delgado

A Frelimo, partido no poder, ofereceu quatro milhões de meticais às vítimas dos ataques terroristas em Cabo Delgado, que já fizeram mais de 160 mil deslocados, nos últimos dois anos.

O valor, mobilizado pela Comissão Política, foi entregue ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), pelo secretário-geral do partido, Roque Silva.

O dirigente político disse que no passado doou também produtos alimentares, roupa e chapas de zinco a outras vítimas da violência armada naquele ponto do país.

Além das vítimas do terrorismo, a Frelimo ofereceu material de prevenção do novo Coronavírus em Cabo Delgado, a província com mais casos da pandemia no pais.

De acordo com o apelo do Ministro da Saúde (MISAU), “também doamos 40 mil máscaras, 500 litros de javel, luvas e diverso material para ajudar no combate ao Coronavírus”, disse o Seral da Frelimo.

“Testemunhamos um acto que, mais uma vez, demonstra que este partido caminha connosco e com o povo moçambicano neste processo de gestão de calamidades no país.

O valor que acabamos de receber vai ajudar na melhoria da assistência à população necessitada”, reagiu Luísa Meque, directora-geral do INGC.

Na sua intervenção, Luísa Meque, deixou um apelo: “queremos aproveitar esta oportunidade para apelar a todas forcas vivas da sociedade, que sigam este exemplo que testemunhámos, juntando-se aos esforços do Governo na mitigação dos diferentes fenómenos que afectam o nosso país”.

A entrega do donativo foi testemunhada pelo secretário de Estado na província de Cabo Delgado, e o governador da mesma província.
“O partido Frelimo sempre habituou-nos com a sua presença nos momentos felizes e difíceis”, disse Valige Tauabo, governador de Cabo Delgado.

Por sua vez, o secretário de Estado da província agradeceu o gesto do partido no poder e prometeu fazer chegar o donativo aos necessitados.

De acordo com as estatísticas oficiais, desde 2017, cerca de 162 mil pessoas foram obrigadas a deslocar-se das suas zonas de origem, devido aos ataques terroristas. O grosso dessas pessoas encontra-se na baía de Pemba, capital da província, por ser considerada relativamente seguras.

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